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Este espaço é um
contributo à
reflexão sobre a
Guiné-Bissau, o país
que nos viu nascer e
crescer. O país que,
espera e desespera
pela contribuição
positiva de todos os
seus filhos, para
que, finalmente,
sinta a recompensa
de ter gerado,
orgulhosamente, o
povo com o seu nome.
Sejam
todos bem-vindos,
sejam todos
participativos.
Sejamos todos uma
mais valia para a
Guiné-Bissau.
Ler, Reflectir,
Transmitir... Esta é
a mensagem ! |
       
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Não tenhamos medo de fazer uma nova revolução na
Guiné-Bissau. Não uma revolução com armas de fogo, mas a revolução da
consciência cívica, a revolução de mentalidades, que dará ao nosso povo o direito
à liberdade do saber, do conhecimento e quiçá, do pensamento e da acção! É urgente libertar o povo guineense do obscurantismo! É urgente fazer ver aos guineenses que o medo de mudar
ontem é a razão dos males de hoje e o medo de mudar hoje será a razão dos males
de amanhã...
Didinho |
       
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Temos
potencialidades,
falta-nos disciplina!
Precisamos de mais empenho, mais dedicação, mais
seriedade, mais rigor. Precisamos avivar
mais o espírito patriótico. Temos que sentir
o país...Temos que nos orgulhar do povo que somos e do
país que é nosso. Temos que reconhecer que somos nós a principal
solução para os nossos problemas. É preciso que continuemos a
acreditar em nós próprios.
Didinho |
       
       
         
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A politização é sinónima de consciência política nacional.
Uma consciência política nacional em que as vertentes: social e institucional
devem ser referências dos direitos e deveres dos cidadãos. Um povo que não tem noção do que é a política é um povo que
está sujeito à demagogia, à manipulação. É um povo que não pode aspirar a ser
participativo nas decisões que a ele próprio dizem respeito!
Didinho |
  
  
 
 
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Quando expomos
opiniões nossas, a
apreciação na sua
forma crítica ou
elogiosa por parte
de quem as lê e
interpreta deve ser
sempre motivo de
análise, ponderação
e consideração da
parte de
quem escreve. Quem
escreve precisa ler
ou ouvir comentários
sobre os seus artigos.
Precisa saber como é
que a sua opinião é
recebida por outras
sensibilidades e,
acima de tudo,
conseguir detectar o
grau de assimilação
de quem está do
outro lado. Quem
escreve em jeito
crítico não espera
nem pretende
unanimidade na forma
de pensar dos que o
vão ler. O espírito
do debate de ideias
é essencialmente o
de sensibilização!
Sensibilizar para
provocar reacções
positivas a nível
das capacidades de
reflexão e acção das
pessoas. Quem
escreve, lança
ideias para que em
vez de uma cabeça,
milhares de cabeças
se debrucem sobre os
mais variados temas
e assim, milhares de
pontos de vista
ajudarem melhor nas
tomadas de decisão e
na forma de encarar
os problemas com que
as Sociedades e o
Mundo se deparam.
Didinho |
      
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O maior desafio para todos os guineenses
é o de criar mecanismos de mudança para a Guiné-Bissau! |
    
 
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"...jurei a mim mesmo que tenho que dar a minha
vida, toda a minha energia, toda a minha coragem, toda a capacidade que posso
ter como homem, até ao dia em que morrer, ao serviço do meu povo, na Guiné e
Cabo Verde. Ao serviço da causa da humanidade, para dar a minha contribuição, na
medida do possível, para a vida do homem se tornar melhor no mundo. Este é que é
o meu trabalho."
Amilcar Cabral
- 1969 |
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Fole, um fruto da
Guiné-Bissau, que
faz crescer água na
boca...
O fole é da família Apocynaceae, que abriga cerca de 360 géneros de herbáceas, arbustos
ou árvores, quase todos com uso farmacêutico importante e floração
espectacular. É comum em África, na América Latina e noutras latitudes,
embora certas espécies só sejam identificadas em algumas regiões, como é o
caso da espécie Landolfhia heudelotii, arbusto escandente ou liana,
da savana, com 50 metros ou mais de altura, que dá o fruto com o nome
popular «Fole» e originária da Guiné-Bissau. |
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