O país não pode parar, é certo, mas não é legal que um governo que não tendo sido legitimado pelo Parlamento tome decisões que apenas um governo com legitimidade e com base na legalidade das suas tarefas e funções pode tomar.

Estão a ser tomadas decisões precipitadas, sem suporte legal, em áreas de grande impacto político e económico sobretudo (que terão certamente repercussões sociais, mais cedo ou mais tarde) sem nenhuma fiscalização parlamentar face à disfuncionalidade do Parlamento, mas também, do Tribunal de Contas e do próprio Ministério Público da Guiné-Bissau.

O Presidente da República enquanto garante da Constituição da República, infelizmente, assiste a tudo isso, como se nada fosse…

Infelizmente, a promoção da instabilidade na Guiné-Bissau serviu sempre para “legitimar” o saque das riquezas do nosso rico e fragilizado país e o consequente enriquecimento de um punhado de gananciosos!

Positiva e construtivamente.

Didinho 19.03.2017

 

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