PODE UM CIDADÃO PORTUGUÊS SER DEPUTADO, CONSELHEIRO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E PRESIDENTE DA CÂMARA DO COMÉRCIO, INDÚSTRIA, AGRICULTURA E SERVIÇOS DA GUINÉ-BISSAU?!

Em 2009, era nestes tons que o jornalista António Aly Silva se referia a Braima Camara

domingo, 17 de Maio de 2009

Ao sr. Braima Camará (Bá Quecutó)

PhotobucketO Senhor é presidente do Sport Bissau e Benfica (SLB), uma instituição de utilidade pública. Bom, mas o senhor podia até ser o primeiro Papa negro da história da Guiné-Bissau ou do mundo que ia dar no mesmo.Posto isto, pergunto-lhe apenas se não sabe, por exemplo, que misturar as coisas pode ser explosivo? Se não sabe, então pergunte aos advogados ligados à vossa candidatura...Por que razão mandou instalar uma enorme faixa na sede do SLB, do seu candidato Malam Bacai Sanhá (*)? O senhor é apenas presidente dessa instituição - não dono dela (ou achará que todos os benfiquistas apoiam o seu candidato?).Porque não usou a enorme e alta fachada do Malaika hotel? Dava certamente para mais do que uma, duas ou três faixas. podia até forrar o hotel todo, por fora e por dentro. A CNE tem de se pronunciar, chega de ABUSOS neste País! Mas que merda vem a ser isto?
(*) - A fotografia usada na referida faixa é minha mas não me foi pedida nenhuma autorização... AAS
 

Como porta-voz de Kumba Yalá, o jornalista Aly Silva, referindo-se ao candidato Henrique Pereira Rosa abordou a questão da dupla nacionalidade aquando das eleições presidenciais antecipadas de 2009, mas nos dias de hoje, não questiona a nacionalidade portuguesa do Deputado Braima Camará, igualmente Conselheiro do Presidente da República e outras coisas mais da Guiné-Bissau... Terá já renunciado à nacionalidade portuguesa? Onde está a coerência, a imparcialidade, jornalista António Aly Silva?

 

quarta-feira, 22 de Abril de 2009

 

Aos candidatos a Presidente da República, aos Deputados da Nação; à Procuradoria Geral da Republica

Exmos. Senhores,Permitam-me, em nome dos cidadãos da Guiné-Bissau, esclarecer isto:A lei da Nacionalidade da República da Guiné-Bissau nao permite a dupla nacionalidade. Assim sendo, a obtenção de uma outra nacionalidade equivale à perda automática da nacionalidade guineense.O problema reside no triste facto que é não existir cooperação em matéria civil entre o nosso país e, por exemplo, Portugal, a França, o Reino Unido. Num 'ai', perderiamos muitos deputados, ministros, secretários de Estado e por aí adiante. Aliás, a nossa população reduzir-se-ia consideravelmente.

Sr. Procurador Geral da República,Endosso a V. Exa., toda a responsabilidade.Com consideração,António Aly Silva
 

http://ditaduradoconsenso.blogspot.com/

 

Nos dias que correm, os efeitos do servilismo...

"A RESPOSTA DO DELFIM DO PRESIDENTE"

Boa tarde Sr. Aly Silva;

Venho por este meio pedir-lhe que publicasse no seu blog um artigo intitulado "A RESPOSTA DO DELFIM DO PRESIDENTE" . É uma carta escrita na sequência de um artigo difamatório publicado no site "Bissau Digital" do dia 29/04/2010 tendo como título "O Delfim do Presidente".

Sem mais assunto por momento, queira aceitar os meus sinceros cumprimentos.

Braima Camara



Photobucket

"Braima Camará, empresário, Presidente da Câmara de Comércio, Industria, Agricultura e Serviços (CCIAS) da Guiné-Bissau, Deputado, Membro do Bureau Politico do PAIGC, Ministro de Estado e Conselheiro Especial do Presidente da República, inconformado com as calúnias, verdadeiramente criminosas, eivadas de ódio e má fé, publicadas na infeliz produção de Rodrigo Nunes - como não sei quem e a pessoa, chamá-la-ei de Vossa Senhoria - PNN PORTUGUESE NEWS NETWORK - vem exercer o seu direito de resposta dizendo o seguinte:


Como filho dum Antigo Combatente, desde muito cedo ingressou nas camadas jovens das Organizações de Massa do Partido, Pioneiros Abel Djassi. Com dedicação e trabalho foi subindo até atingir a categoria de Membro do Bureau Politico. Por causa da sua actividade comercial, Braima Camará, desde 1984, tem regularmente estado em Portugal em viagens de negócios.

Desde 1984 a esta parte, o senhor Braima Camará só esteve uma vez em tribunal português e como declarante por ter passado alguns cheques a um familiar seu que esteve preso no Porto. Do processo judicial em que foi declarante nada resultou contra ele e como e obvio foi absolvido.

Com o empenho que lhe é apanágio, foi sendo referido na sociedade guineense como sendo um empresário de sucesso. Assim, em 1999 foi eleito Presidente da Associação dos Exportadores da Castanha de Caju e um dos maiores exportadores.

De 2004 A 2007, Foi eleito Primeiro Vice-Presidente da Câmara de Comercio, Industria, Agricultura e Serviços da Guiné-Bissau. Por doença prolongada do então Presidente daquela prestigiada instituição, Sr. Baba Djaquite, o senhor Braima Camará foi eleito, nos termos Estatutários, Presidente da CCIAS tendo sido reeleito para o mesmo cargo, com maioria esmagadora de votos, nas últimas eleições.

Era bom que os maldizentes e especialistas do «bota abaixo» soubessem que o Cargo de Presidente da Câmara de Comercio, Industria, Agricultura e Serviços na Guiné-Bissau não se exerce por nomeação política mas sim pelas eleições livres e democráticas.

Em 2007 foi nomeado pelo então Presidente da Republica, S. Exa. João Bernardo Vieira, vulgo, Nino, para o cargo de Conselheiro Económico Para o Investimento Privado. Com dedicação, empenho e coragem investiu no sector de hotelaria e hoje é proprietário dum hotel sito na cidade de Bissau Co-financiado pelo Banco da África Ocidental e Arquitecto João Adelino Paixão Salvado Empresário Português.

Como Presidente da Câmara de Comercio, Industria, Agricultura e Serviços, o senhor Braima Camará foi, por inerência de funções, Eleito Presidente do Conselho Empresarial da CPLP.

O actual Presidente da República, S. Exa. Malam Bacai Sanha, nomeou o senhor Braima Camará seu Conselheiro Especial com categoria de Ministro de Estado.

Esses sucessos do Senhor Braima Camará incomoda muita gente, principalmente, os invejosos, incapazes e cobardes como o senhor que, frustradamente, tenta denegrir a sua imagem com esse vergonhoso e infame artigo publicado no site PNN PORTUGUESE NEWS NETWORK.

A cegueira de atingir gratuitamente a imagem do senhor Braima Camará foi tanta que o seu desprezível autor perdeu o norte ao ponto de se esquecer a elementar lei da física que dita que um corpo não pode ocupar dois espaços ao mesmo tempo. Porque alem de verdadeiramente falso, era impossível estar o Braima Camará em Bissau como empresário de sucesso e melhor exportador da castanha de caju e ser simultaneamente preso, julgado e condenado e cumprir pena de quatro anos de prisão em Portugal.

Certamente encomendaram-lhe estas falsas notícias, que só aos cobardes e ociosos que ganham a vida nas facilidades se pode pedir. Para eles, já que a si não dou nenhuma importância, talvez o conselho de que a vida se ganha com trabalho suor, dedicação, honestidade e ambição de ser algo na sociedade guineense sirva. A manipulação e intriga não são o que a Guiné-Bissau precisa neste momento. O que este país precisa é de gente capaz de fazer algo de bom, gente com carácter, mesmo que seja o mínimo, o seu engrandecimento.

Só os incapazes, frustrados, invejosos, preguiçosos, difamadores e caluniadores como o produtor da noticia em analise e quem cobardemente a encomendou é que têm a tamanha insensatez para ociosamente produzirem tal malícia, tentando, pensam eles, que hão-de atingir a personalidade dialéctica de um dos filhos da Guiné-Bissau que está a granjear respeito e admiração em todos os quadrantes do mundo.

O Braima Camará é proprietário dum prestigiado património graças ao seu ímpeto, credibilidade e bom relacionamento com o sector bancário do País e em Portugal.
Resta lamentar a tamanha inoperância cerebral de quem encomendou esta infame denúncia e o total desconhecimento da realidade. É fácil perceber os seus desesperos e falta de maturidade intelectual para produzir um pensamento lógico.

Tanto os autores da denúncia como aqueles que a encomendaram, o senhor Braima Camará manda o recado que não tem medo de ninguém e que nunca jamais iria construir o seu império através de nenhuma actividade ilícita muito menos a custa de cadáveres dos seus irmãos Guineenses. E fica agradecido por não o terem perdido de vista. Só lamenta que, por cobardia dos mandantes e autores, que não ousam apresentar a cara, ele não possa fazer o mesmo.

É pena que a campanha de política suja, de baixo nível, de calúnias e difamação grosseira e gratuita contra a pessoa do senhor Braima Camará seja comandada e orquestrada no interior do seu próprio partido PAIGC.

Mas que fiquem sabendo que o senhor Braima, em politica, não deve nada a ninguém e por isso nada teme. Dito isso, o senhor Braima Camará desafia a todos e qualquer um a apresentar o mais pequeno indício de prova da prática, tentativa de prática ou omissão de qualquer crime em qualquer parte do mundo, designadamente, na Guiné-Bissau, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos de América, Brasil, Senegal, no Espaço da CPLP, No Espaço da UEMOA, OHADA, União Europeia etc.
Temos a certeza que nada encontrarão. Por uma única razão: é que não existe.

Braima Camara
"

 

Fernando Casimiro (Didinho)

didinho@sapo.pt

28.05.2010

Fernando Casimiro (Didinho)Pelos vistos, estamos entendidos!

Em 2008 fui contactado para servir de interlocutor e usar a minha influência, através do site www.didinho.org  para viabilizar grandes investimentos na Guiné-Bissau. Eram milhões para Projectos em diversas áreas. Recusei!

Em 2009, novo contacto, novos proponentes. RECUSEI!

Para mim, quem pretende investir milhões num país instável, onde a única Lei é a das armas, não o faz de forma séria, há outros interesses em jogo!

Ouvi as propostas, as áreas de interesse e achei que tudo isso só seria possível havendo dinheiros de proveniência duvidosa, por isso, recusei!

Recusei ser testa de ferro de empresas fictícias. Recusei tornar-me num dos novos milionários guineenses, donos de tudo e mais alguma coisa. Recusei vender-me, pois o bem material, a mim, nada diz!

Para os "bota-abaixo", como eu, o melhor que o Braima Camara tem a fazer, ao invés de se justificar no blogue do jornalista António Aly Silva é processar os "bota-abaixo".

Aproveito para perguntar ao Braima Camara para quando a explicação pública do seu enriquecimento, ou será que teremos todos que acreditar na anedota do seu sucesso na exportação de castanha de caju?

Ofende-se a dignidade dos guineenses que, trabalhando no estrangeiro optam por uma outra nacionalidade, no intuito de melhor serem servidos, para assim também, melhor servirem o país natal, a Guiné-Bissau, quando nem sequer fazem parte da vida política activa ou representam o Estado guineense.

Em contrapartida, ei-los, Ministros, Deputados e Conselheiros guineenses, com outras nacionalidades e, residentes na Pátria-Mãe...

Aproveito igualmente para questionar por que razão o jornalista António Aly Silva evita abordar o narcotráfico na Guiné-Bissau...

Que não se fique apenas por isto:

quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Um amigo telegrafou numa linha: "enviaram-me e pensei que te interesse...".

Interessa, nada. Eu pedi aos "entendidos". Bom feriado no dia 3 de Agosto. AAS
 

 

VAMOS CONTINUAR A TRABALHAR!

 

Braima Camará
Guiné-Bissau: O Delfim do Presidente
2010-04-29 21:50:17

Bissau - Apontado por muitos como o futuro homem forte do PAIGC, Braima Camará é o nome cada vez mais ouvido como o «delfim» do Presidente da República Malam Bacai Sanha, preparando-se para suceder a Carlos Gomes Júnior na liderança do partido e do Governo guineense.

Eleito deputado nas últimas eleições legislativas de 2008, Braima Camará acumula estas funções com as de presidente da Câmara de Comércio Indústria e Artesanato da Guiné-Bissau, cargo para o qual foi eleito em Janeiro de 2010, com a estrondosa percentagem de 96 por cento. Considerado um empresário de sucesso na Guiné-Bissau, com interesses vários na exploração da castanha de caju, principal produto de exportação do país, e proprietário do luxuoso Hotel Malaika em Bissau, Braima Camará foi ainda Conselheiro Económico e para o Investimento Privado do ex-Presidente da República, «Nino» Vieira. Braima Camará é, ainda, um dos Conselheiros Presidenciais de Malam Bacai Sanhá.

A aproximação ao actual Presidente fortaleceu-se durante a campanha eleitoral que levou Malam Bacai Sanhá a ocupar o cargo mais elevado da Guiné-Bissau em 2009. Quando a meio da campanha, os assessores do agora Presidente começaram a demonstrar alguma preocupação face às dificuldades financeiras enfrentadas pela candidatura de Sanhá, Braima Camará surgiu em cena, assumindo-se então como o principal financiador guineense do futuro Presidente, garantindo com isso, o acesso aos mais altos círculos de influência do país.

Mas se o futuro se afigura auspicioso, o passado de Braima Camará estará para sempre ligado à detenção por tráfico de droga de que foi alvo em 1993 em Portugal. Na altura, o agora deputado foi julgado e condenado por tráfico de heroína, tendo cumprido pena de prisão em Portugal entre 1995 e 1999. Esta detenção por narcotráfico em Portugal foi utilizada por alguns dos seus adversários políticos que contestavam a sua inclusão nas listas de candidatos a deputados nas últimas legislativas. No entanto, estas queixas acabaram por ser ignoradas, sendo Camará eleito pelo 24/o Circulo eleitoral de Bissau.

Cumprida a pena em Portugal por narcotráfico, Braima Camará regressou a Bissau para dar início à sua nova vida como empresário e deputado e, agora, amigo de Malam Bacai Sanhá.

Rodrigo Nunes


(c) PNN Portuguese News Network

 

 

 

 

 

E a Justiça, Sr. Procurador-geral da República?!

E a Justiça?!


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