PODE
UM CIDADÃO PORTUGUÊS SER DEPUTADO, CONSELHEIRO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA E PRESIDENTE DA CÂMARA DO
COMÉRCIO, INDÚSTRIA, AGRICULTURA E SERVIÇOS DA GUINÉ-BISSAU?!

Em 2009, era nestes tons que o jornalista António Aly Silva se
referia a Braima Camara
 O
Senhor é presidente do Sport Bissau e Benfica (SLB), uma
instituição de utilidade pública. Bom, mas o senhor
podia até ser o primeiro Papa negro da história da
Guiné-Bissau ou do mundo que ia dar no mesmo.Posto isto,
pergunto-lhe apenas se não sabe, por exemplo, que
misturar as coisas pode ser explosivo? Se não sabe,
então pergunte aos advogados ligados à vossa
candidatura... Por
que razão mandou instalar uma enorme faixa na sede do
SLB, do seu candidato Malam Bacai Sanhá (*)? O senhor é
apenas presidente dessa instituição - não dono dela
( ou achará que todos os benfiquistas apoiam o seu
candidato?).Porque não usou a enorme e alta fachada
do Malaika hotel? Dava certamente para mais do que uma,
duas ou três faixas. podia até forrar o hotel todo, por
fora e por dentro. A CNE tem de se pronunciar, chega de
ABUSOS neste País! Mas que merda vem a ser isto?
(*) - A fotografia usada na referida faixa é minha mas
não me foi pedida nenhuma autorização... AAS
|
Como
porta-voz de Kumba Yalá, o jornalista Aly Silva, referindo-se ao
candidato Henrique Pereira Rosa abordou a questão da dupla nacionalidade
aquando das eleições presidenciais antecipadas de 2009, mas nos dias de
hoje, não questiona a nacionalidade portuguesa do Deputado Braima
Camará, igualmente Conselheiro do Presidente da República e outras
coisas mais da Guiné-Bissau... Terá já renunciado à nacionalidade
portuguesa? Onde está a coerência, a imparcialidade, jornalista António
Aly Silva?
quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Exmos. Senhores,Permitam-me, em nome dos cidadãos da
Guiné-Bissau, esclarecer isto:A lei da Nacionalidade da
República da Guiné-Bissau
nao
permite a dupla nacionalidade. Assim sendo, a
obtenção de uma outra nacionalidade equivale à
perda
automática da nacionalidade guineense.O problema
reside no triste facto que é não existir cooperação em
matéria civil entre o nosso país e, por exemplo, Portugal, a
França, o Reino Unido. Num 'ai', perderiamos muitos
deputados, ministros, secretários de Estado e por aí
adiante. Aliás, a nossa população reduzir-se-ia
consideravelmente.
Sr. Procurador Geral da República,Endosso a V. Exa., toda a
responsabilidade.Com consideração,António Aly Silva
http://ditaduradoconsenso.blogspot.com/ |
Nos dias
que correm, os efeitos do servilismo...
"A RESPOSTA DO DELFIM DO PRESIDENTE"
Boa tarde Sr. Aly Silva;
Venho por este meio pedir-lhe que publicasse no seu blog um
artigo intitulado "A RESPOSTA DO DELFIM DO PRESIDENTE" . É
uma carta escrita na sequência de um artigo difamatório
publicado no site "Bissau Digital" do dia 29/04/2010 tendo
como título "O Delfim do Presidente".
Sem mais assunto por momento, queira aceitar os meus
sinceros cumprimentos.
Braima Camara

"Braima Camará, empresário, Presidente da Câmara de
Comércio, Industria, Agricultura e Serviços (CCIAS) da
Guiné-Bissau, Deputado, Membro do Bureau Politico do PAIGC,
Ministro de Estado e Conselheiro Especial do Presidente da
República, inconformado com as calúnias, verdadeiramente
criminosas, eivadas de ódio e má fé, publicadas na infeliz
produção de Rodrigo Nunes - como não sei quem e a pessoa,
chamá-la-ei de Vossa Senhoria - PNN PORTUGUESE NEWS NETWORK
- vem exercer o seu direito de resposta dizendo o seguinte:
Como filho dum Antigo Combatente, desde muito cedo ingressou
nas camadas jovens das Organizações de Massa do Partido,
Pioneiros Abel Djassi. Com dedicação e trabalho foi subindo
até atingir a categoria de Membro do Bureau Politico. Por
causa da sua actividade comercial, Braima Camará, desde
1984, tem regularmente estado em Portugal em viagens de
negócios.
Desde 1984
a esta parte, o senhor Braima Camará só esteve uma vez em
tribunal português e como declarante por ter passado alguns
cheques a um familiar seu que esteve preso no Porto. Do
processo judicial em que foi declarante nada resultou contra
ele e como e obvio foi absolvido.
Com o empenho que lhe é apanágio, foi sendo referido na
sociedade guineense como sendo um empresário de sucesso.
Assim, em 1999 foi eleito Presidente da Associação dos
Exportadores da Castanha de Caju e um dos maiores
exportadores.
De 2004 A 2007, Foi eleito Primeiro Vice-Presidente da
Câmara de Comercio, Industria, Agricultura e Serviços da
Guiné-Bissau. Por doença prolongada do então Presidente
daquela prestigiada instituição, Sr. Baba Djaquite, o senhor
Braima Camará foi eleito, nos termos Estatutários,
Presidente da CCIAS tendo sido reeleito para o mesmo cargo,
com maioria esmagadora de votos, nas últimas eleições.
Era bom que os maldizentes e especialistas do «bota abaixo»
soubessem que o Cargo de Presidente da Câmara de Comercio,
Industria, Agricultura e Serviços na Guiné-Bissau não se
exerce por nomeação política mas sim pelas eleições livres e
democráticas.
Em 2007 foi nomeado pelo então Presidente da Republica, S.
Exa. João Bernardo Vieira, vulgo, Nino, para o cargo de
Conselheiro Económico Para o Investimento Privado. Com
dedicação, empenho e coragem investiu no sector de hotelaria
e hoje é proprietário dum hotel sito na cidade de Bissau
Co-financiado pelo Banco da África Ocidental e Arquitecto
João Adelino Paixão Salvado Empresário Português.
Como Presidente da Câmara de Comercio, Industria,
Agricultura e Serviços, o senhor Braima Camará foi, por
inerência de funções, Eleito Presidente do Conselho
Empresarial da CPLP.
O actual Presidente da República, S. Exa. Malam Bacai Sanha,
nomeou o senhor Braima Camará seu Conselheiro Especial com
categoria de Ministro de Estado.
Esses sucessos do Senhor Braima Camará incomoda muita gente,
principalmente, os invejosos, incapazes e cobardes como o
senhor que, frustradamente, tenta denegrir a sua imagem com
esse vergonhoso e infame artigo publicado no site PNN
PORTUGUESE NEWS NETWORK.
A cegueira de atingir gratuitamente a imagem do senhor
Braima Camará foi tanta que o seu desprezível autor perdeu o
norte ao ponto de se esquecer a elementar lei da física que
dita que um corpo não pode ocupar dois espaços ao mesmo
tempo. Porque alem de verdadeiramente falso, era impossível
estar o Braima Camará em Bissau como empresário de sucesso e
melhor exportador da castanha de caju e ser simultaneamente
preso, julgado e condenado e cumprir pena de quatro anos de
prisão em Portugal.
Certamente encomendaram-lhe estas falsas notícias, que só
aos cobardes e ociosos que ganham a vida nas facilidades se
pode pedir. Para eles, já que a si não dou nenhuma
importância, talvez o conselho de que a vida se ganha com
trabalho suor, dedicação, honestidade e ambição de ser algo
na sociedade guineense sirva. A manipulação e intriga não
são o que a Guiné-Bissau precisa neste momento. O que este
país precisa é de gente capaz de fazer algo de bom, gente
com carácter, mesmo que seja o mínimo, o seu
engrandecimento.
Só os incapazes, frustrados, invejosos, preguiçosos,
difamadores e caluniadores como o produtor da noticia em
analise e quem cobardemente a encomendou é que têm a tamanha
insensatez para ociosamente produzirem tal malícia,
tentando, pensam eles, que hão-de atingir a personalidade
dialéctica de um dos filhos da Guiné-Bissau que está a
granjear respeito e admiração em todos os quadrantes do
mundo.
O Braima Camará é proprietário dum prestigiado património
graças ao seu ímpeto, credibilidade e bom relacionamento com
o sector bancário do País e em Portugal.
Resta lamentar a tamanha inoperância cerebral de quem
encomendou esta infame denúncia e o total desconhecimento da
realidade. É fácil perceber os seus desesperos e falta de
maturidade intelectual para produzir um pensamento lógico.
Tanto os autores da denúncia como aqueles que a
encomendaram, o senhor Braima Camará manda o recado que não
tem medo de ninguém e que nunca jamais iria construir o seu
império através de nenhuma actividade ilícita muito menos a
custa de cadáveres dos seus irmãos Guineenses. E fica
agradecido por não o terem perdido de vista. Só lamenta que,
por cobardia dos mandantes e autores, que não ousam
apresentar a cara, ele não possa fazer o mesmo.
É pena que
a campanha de política suja, de baixo nível, de calúnias e
difamação grosseira e gratuita contra a pessoa do senhor
Braima Camará seja comandada e orquestrada no interior do
seu próprio partido PAIGC.
Mas que fiquem sabendo que o senhor Braima, em politica, não
deve nada a ninguém e por isso nada teme. Dito isso, o
senhor Braima Camará desafia a todos e qualquer um a
apresentar o mais pequeno indício de prova da prática,
tentativa de prática ou omissão de qualquer crime em
qualquer parte do mundo, designadamente, na Guiné-Bissau,
Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Estados
Unidos de América, Brasil, Senegal, no Espaço da CPLP, No
Espaço da UEMOA, OHADA, União Europeia etc.
Temos a certeza que nada encontrarão.
Por uma
única razão: é que não existe.
Braima Camara"
|
Fernando Casimiro
(Didinho)
didinho@sapo.pt
28.05.2010
Pelos
vistos, estamos entendidos!
Em 2008 fui contactado para servir de
interlocutor e usar a minha influência, através do site
www.didinho.org
para viabilizar grandes investimentos na Guiné-Bissau. Eram milhões para
Projectos em diversas áreas.
Recusei!
Em 2009, novo contacto, novos proponentes.
RECUSEI!
Para mim, quem pretende investir milhões num
país instável, onde a única Lei é a das armas, não o faz de forma séria, há
outros interesses em jogo!
Ouvi as propostas, as áreas de interesse e
achei que tudo isso só seria possível havendo dinheiros de proveniência
duvidosa, por isso, recusei!
Recusei ser testa
de ferro de empresas fictícias.
Recusei tornar-me num dos novos milionários guineenses,
donos de tudo e mais alguma coisa.
Recusei
vender-me, pois o bem material, a mim, nada diz!
Para os "bota-abaixo", como eu, o melhor que
o Braima Camara tem a fazer, ao invés de se justificar no blogue do jornalista
António Aly Silva é processar os "bota-abaixo".
Aproveito para perguntar ao Braima Camara
para quando a explicação pública do seu enriquecimento, ou será que teremos
todos que acreditar na anedota do seu sucesso na exportação de castanha de caju?
Ofende-se a dignidade dos guineenses que,
trabalhando no estrangeiro optam por uma outra nacionalidade, no intuito de
melhor serem servidos, para assim também, melhor servirem o país natal, a
Guiné-Bissau, quando nem sequer fazem parte da vida política activa ou
representam o Estado guineense.
Em contrapartida, ei-los, Ministros,
Deputados e Conselheiros guineenses, com outras nacionalidades e, residentes na
Pátria-Mãe...
Aproveito igualmente para questionar por que
razão o jornalista António Aly Silva evita abordar o narcotráfico na
Guiné-Bissau...
Que não se fique apenas por isto:
Um amigo telegrafou numa linha: "enviaram-me e pensei
que te interesse...".
Interessa, nada. Eu pedi aos "entendidos". Bom feriado no dia 3 de Agosto.
AAS
VAMOS CONTINUAR A TRABALHAR!
Braima Camará
Guiné-Bissau: O Delfim do Presidente
2010-04-29 21:50:17
Bissau - Apontado por
muitos como o futuro homem forte do PAIGC, Braima Camará é o nome cada vez
mais ouvido como o «delfim» do Presidente da República Malam Bacai Sanha,
preparando-se para suceder a Carlos Gomes Júnior na liderança do partido e
do Governo guineense.
Eleito deputado nas últimas eleições legislativas de 2008, Braima
Camará acumula estas funções com as de
presidente da Câmara de Comércio
Indústria e Artesanato da Guiné-Bissau, cargo para o qual foi eleito
em Janeiro de 2010, com a estrondosa percentagem de 96 por cento.
Considerado um empresário de sucesso na Guiné-Bissau, com interesses vários
na exploração da castanha de caju, principal produto de exportação do país,
e proprietário do luxuoso Hotel
Malaika em Bissau, Braima Camará foi ainda Conselheiro Económico e para o
Investimento Privado do ex-Presidente da República, «Nino» Vieira. Braima
Camará é, ainda, um dos Conselheiros Presidenciais de Malam Bacai Sanhá.
A aproximação ao actual Presidente
fortaleceu-se durante a campanha eleitoral que levou Malam Bacai Sanhá a
ocupar o cargo mais elevado da Guiné-Bissau em 2009. Quando a meio da
campanha, os assessores do agora Presidente começaram a demonstrar alguma
preocupação face às dificuldades
financeiras enfrentadas pela candidatura de Sanhá, Braima Camará surgiu em
cena, assumindo-se então como o principal financiador guineense do futuro
Presidente, garantindo com isso, o acesso aos mais altos círculos de
influência do país.
Mas se o futuro se afigura auspicioso,
o passado de Braima Camará estará
para sempre ligado à detenção por tráfico de droga de que foi alvo em 1993
em Portugal. Na altura, o agora deputado foi julgado e condenado por tráfico
de heroína, tendo cumprido pena de prisão em Portugal entre 1995 e 1999.
Esta detenção por narcotráfico em Portugal foi utilizada por alguns dos seus
adversários políticos que contestavam a sua inclusão nas listas de
candidatos a deputados nas últimas legislativas. No entanto, estas queixas
acabaram por ser ignoradas, sendo Camará eleito pelo 24/o Circulo eleitoral
de Bissau.
Cumprida a pena em Portugal por
narcotráfico, Braima Camará regressou a Bissau para dar início à sua nova
vida como empresário e deputado e, agora, amigo de Malam Bacai Sanhá.
Rodrigo Nunes
(c) PNN Portuguese News Network
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E a Justiça, Sr. Procurador-geral da
República?!
E a Justiça?!
 VAMOS CONTINUAR A
TRABALHAR!
Associação
Guiné-Bissau
CONTRIBUTO
associacaocontributo@gmail.com
www.didinho.org
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