DIVULGAÇÃO 

www.mms-baloba.com

 

Manuel C. Mendonça *

Dr. Manuel Coelho Mendonça

nhomba@hotmail.de

05.08.2009

Caros amigos, conterrâneos e visitantes do www.didinho.org

É com imenso prazer que venho através do Contributo divulgar a existência de um site na internet (www.mms-baloba.com),

que aborda uma alternativa terapêutica de grande eficácia não só contra o paludismo, como também, contra uma série doutras doenças (febre de Dengue, asma, cancro, artrite reumatóide, tuberculose, hepatite, gripe, herpes Zoster, fibromialgia, etc...). Consulte s.f.f. http://mmsadvisor.com

Este preparado invulgar (MMS) aperfeiçoado por Jim Humble, um pesquisador americano, preenche todos os requisitos necessários para ser o medicamento de referência na luta contra o paludismo, que ainda continua a devastar milhões de vidas nos países afectados.

Sempre se lutou contra este flagelo africano, como consta nos relatórios da OMS. Em 1998, foi lançada a parceria denominada Fazer Recuar o Paludismo (FRP), com o objectivo de reduzir à metade a morbilidade e mortalidade associadas ao paludismo até 2010. Esta parceria veio a receber em Abril de 2000 um apoio através do empenho pessoal dos Chefes de Estado africanos reunidos numa cimeira histórica em Abuja, Nigéria, para resolver o problema do paludismo.

Desta cimeira ficou concordado, entre outros pontos, que até ao ano 2005:

 

1.   Pelo menos 60% das pessoas sofrendo do paludismo

deveriam ter acesso imediato ao tratamento correcto,

de custo acessível e apropriado nas 24 horas seguintes

ao início dos sintomas.

 

2.   Pelo menos 60% das pessoas em risco de paludismo,

especialmente crianças com menos de 5 anos e mulheres

grávidas, deveriam ser beneficiados com Mosquiteiros

Tratados com Insecticida (MTI).

 

3.   Pelo menos 60% de todas as mulheres grávidas em risco de paludismo, especialmente na primeira gravidez, deveriam ter acesso gratuito ao Tratamento Preventivo Intermitente.

 

Um ano mais tarde, esta ofensiva contra o paludismo recebe ainda um impulso importante com o estabelecimento do Fundo Mundial de Luta contra a SIDA, a Tuberculose e o Paludismo.

Hoje, decorridos 9 anos após a cimeira de Abuja, confrontando os factos presentes com os objectivos outrora estabelecidos, constatamos que houve aqui e além alguns progressos, mas que a meta ainda está por ser atingida.

Há diversos pontos fracos, que insistentemente têm que fazer parte do projecto (seja por que motivo for), mas ao bom observador não escapa também esta passagem “acesso imediato ao tratamento correcto, de custo acessível e apropriado...”, que a meu ver, constitui somente o querer, enquanto se entrega em mãos alheias o poder da decisão terapêutica. Enfim... dum lado temos as deficiências das políticas públicas de saúde, e do outro, a influência colossal da indústria farmacêutica a defender os seus interesses.

Não quero alargar mais este ponto, porque o objectivo é informar acerca deste produto inovador denominado MMS,

mas também não posso deixar de pedir ao leitor que consulte a tabela do site, onde se compara o MMS com o Lariam (tido como o antipalúdico de referência).

A discrepância é enorme e salta à vista, não só no que respeita às indicações, como também aos custos e às reacções-adversas.

Hoje em dia, quando se quer falar dum “ tratamento correcto, de custo acessível e apropriado do paludismo”, é quase impossível contornar o MMS. A cura da malária, eficaz, com efeito rápido e a preço imbatível está agora ao alcance de todos.

Com o MMS, o paciente tem a vantagem de curar várias doenças duma só vez e com um único preparado.

Para mais informações aconselho ler o livro de Jim Humble:

“Breakthrough. The Miracle Mineral Supplement of the 21.st Century” e consultar os seus sites http://jimhumble.biz  e  http://mmsadvisor.com

Após toda esta informação acerca do MMS, posso já imaginar algumas perguntas, como por exemplo:

1.“Se este preparado é assim tão bom, porque é que ninguém

    o conhece?”

2. “Porque é que o meu médico não o conhece?”

3. “Será que devo consultar primeiramente o meu médico?”

 

Eis as respostas:

 

1.   O MMS é uma solução de água destilada contendo

28% de clorito de sódio. Dado que este produto é já muito antigo e não pode ser patenteado, ele torna-se pouco aliciante para a indústria farmacêutica, porque com isto não se pode ganhar os milhões habituais.

Também não podem estar interessados em divulgar informações acerca do MMS, porque não querem estragar os seus negócios com os antipalúdicos “legalizados”, que lhes rendem anualmente biliões de euros. Consulte a tabela no ( www.mms-baloba.com)

1 terapia com Lariam = 25,20€   1 terapia com MMS = 0,30 EUR

2.   Se o seu médico depende das informações da indústria

farmacêutica, é lógico que não esteja informado, porque é prática corrente, ocultar boas informações da concorrência.

Eu trabalho há 20 anos para a indústria farmacêutica e nunca tinha ouvido falar antes do MMS. Por mero acaso, há uns 8 meses, tive a sorte de ler algo acerca deste produto e pronto... apaixonei-me e comecei a divulgá-lo, com agrado.

3.   Consulte sempre o seu médico de confiança. Há que ter

sorte e encontrar um médico humilde que lhe diga, p.ex.:

“Deixe-me informar primeiramente acerca do MMS, que eu depois lhe dou o meu parecer” ou “Explique-me isso, s.f.f.”

Na maior parte dos casos o seu médico (que não sabe o que é o MMS) vai-lhe proibir de tocar o preparado e nem vai querer informar-se acerca do MMS. Esta reacção é normal. O paciente é quem deve decidir, porque no fim de tudo a saúde é dele e não do seu médico. De medicamentos “legalizados” morrem por ano milhões de pessoas. Do MMS, conhecido já há mais de 10 anos,

ainda não morreu ninguém.

Após ponderação de diversos conselhos e opiniões de vários amigos e colegas, resolvi contribuir apoiando a criação desta fonte de informação, que, não só a meu ver, poderá vir a ajudar consideravelmente no combate a muitas doenças, principalmente na nossa África.

O nosso objectivo é facilitar aos nossos pacientes uma solução viável, como por exemplo, um diagnóstico rápido aliado a uma terapia igualmente rápida e acessível, também aos mais carenciados.

Consultem por favor o site www.mms-baloba.com e dêem-nos

um feedback.

O meu contacto: nhomba@hotmail.de

O nosso objectivo é melhorar continuamente o nosso trabalho, por isso estamos abertos a sugestões, críticas, opiniões e porque também não, a elogios? J

A todos um grande abraço e votos de uma boa saúde.

 Vamos continuar a trabalhar – como diz o Didinho.

 

Dr.med.vet. Manuel C. de Mendonça

* Diplomado e Doutorado em medicina-veterinária; Formado em economia de marketing e vendas.

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